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Universidade Brasília
Instituto de Artes
Arte, assim como, a ciência e a tecnologia é uma área de conhecimento. Entretanto, nem sempre esse conhecimento é reconhecido pelas instituições acadêmicas. O seu reconhecimento vem da própria sociedade que pensa, na atualidade, no projeto e construção de uma cultura planetária onde saberes heterogêneos participam da formação de valores essencialmente humanos, comprometidos com a ética e o poético. O Instituto de Artes se propõe a estar na frente de ações colaborativas unindo conhecimentos diversificados e estimulando debates sobre questões culturais, educativas, políticas, sociais e estéticas da atualidade. Para tanto, trabalhamos no sentido de criar ações e programas de revitalização do espaço da criatividade, imaginação, liberdade de expressão e de produção artística/científica nos fluxos convergentes entre arte, ciência e tecnologia. Essas questões não são somente importantes no contexto local, mas se estendem ao nível internacional, como destacadas na Conferência Internacional de Educação Artística realizada em 2006, em Lisboa, onde quatro grandes temas começaram a ser delineados para futuras discussões internacionais: argumentos para a educação artística; efeitos da educação artística na educação geral; estratégias para a promoção de políticas para a educação artística e formação de professores. Mundialmente, a tendência maior de toda política nessa área, ou seja, na área do ensino artístico e cultural é de inserir uma dimensão cultural e artística em todo o aprendizado, desde a mais tenra infância, onde ações do despertar para a cultura possam ser consideradas como a primeira etapa de um processo de educação que durará a vida toda. Nesse sentido, está sublinhado a importância e a incidência do ensino das diferentes abordagens artísticas e culturais no desenvolvimento intelectual da criança, do adolescente e no comportamento social das pessoas. O ensino da arte será, nessa perspectiva, assegurado pela mobilização de diferentes competências: professores, artistas e profissionais da cultura que possam interagir nas ações propostas pela sociedade, pelo governo federal (ministérios da educação, cultura e meio ambiente, entre outros) e pelas instituições de ensino superior, como a UnB, por meio de seus professores, alunos e funcionários. Glêsse Maria Collet de Araújo (vice diretora) e Suzete Venturelli (diretora)
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